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Os novos negócios da área gráfica

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Aguardar o lançamento de revistas, ir diariamente comprar o jornal do dia, trabalhar a madrugada inteira para que uma matéria saia de manhã, já foram costumes muito comuns. As pessoas estavam acostumadas a ler apenas em meios impressos e isso fazia parte do dia a dia de muitos consumidores.

Mas, nos últimos anos, com o advento da internet isso tem mudado. Hoje em dia, é raro ver alguém lendo um meio impresso, e a forma mais popular de se receber notícias são através de sites e redes sociais. O imediatismo é mais valorizado do que a qualidade das matérias, ganha mais sucesso quem postar mais rápido.

Os meios físicos estão se tornando cada vez menos populares, pesquisas do IVC (Instituto Verificador de Comunicação) mostram que nos últimos 4 anos a circulação nos meios digitais aumentou significantemente em 5 dos principais jornais do Brasil (O Globo, Estadão, Folha, Valor Econômico e Zero Hora). Por mais que essa mudança seja inevitável ela causou um grande impacto não só nas empresas de comunicação, mas também na área gráfica.

A impressão de jornais e revistas já chegou a ser o produto principal de alguma gráficas mas, com essa despopularizarão dos meios físicos, as empresas dessa área precisaram tomar outro rumo e se especializarem em outros produtos, como panfletos, folders e broadsides.

Uma das mais promissoras opções são os materiais de ponto de venda (PDV), que são impressos utilizados como publicidade direta nos estabelecimentos comerciais, por exemplo, stopper’s (cartazes de prateleira), móbile, faixa de gôndola, cartazetes, displays e wobbler’s (publicidade com cunho promocional que salta da gôndola) entre outros. Tudo isso ainda precisa ser impresso com qualidade para ser exposto ao comprador, fazendo com que as gráficas tenham tomado outro rumo nos seus produtos.

Uma empresa que soube lidar com as mudanças do mercado e se especializou em PDV foi a gráfica Interfill. O seu diretor, Uilson Cola, logo percebeu que o material de ponto de venda era um mercado em ascensão, que merecia atenção especial.

Desta forma, investiu em tecnologia, novos tipos de impressão e principalmente, na alta qualidade. Foi assim que a gráfica conseguiu manter uma variedade de clientes, sem precisar recorrer às impressões tradicionais.

Além dos materiais de ponto de venda, a gráfica Interfill também se especializou na impressão de embalagens, outro promissor produto para esta área. A produção de embalagens sempre será necessária e, para atender melhor seus clientes, a empresa criou um departamento de desenvolvimento de projetos, no qual a gráfica e o cliente trabalham juntos para chegaram ao resultado ideal. “Com todos esses diferenciais, conseguimos alcançar o sucesso mesmo com a queda nas impressões mais tradicionais, mostrando ao mercado, que não é o fim do mundo para as empresas da área gráfica”, afirma Uilson.  

Apesar de tantas mudanças no mercado, as gráficas continuam de adaptando a um novo momento, seja se especializando em materiais de ponto de venda, em embalagens, ou em tecnologias diferenciadas para assim manterem sua clientela e conseguir continuar seus trabalhos.

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